O mundo de lá
A menina queria navegar por mares nunca antes navegados. Aquele era o momento de embarcar em suas curiosidades e encarar o mundo de lá. Entrou em contato com o órgão responsável, depois entraram em contato com ela. Marcou a primeira visita. Ficou uns dias a mais em sua cidade natal.
O dia chegou...Embarcou no "navio"...Desembarcou dele...Encontrou-se em frente àqueles portões. Portões que impediam muitas meninas de saírem. Tomou coragem e entrou. Visitou quase todas as instalações, foi apresentada a muitos funcionários. Conheceu um pouco da rotina do local. Olhou as meninas nos olhos e viu sofrimento e o sonho de voltar a liberdade.
Liberdade que ela tinha e nem sempre dera o devido valor. Visitou aquele lugar mês após mês. Conheceu a história de 6 meninas de lá em detalhes, mas, lógico, de acordo com o recorte que elas fizeram de suas próprias histórias. Fez inúmeras perguntas e respondeu a várias. Criou laços com elas. Sentiu-se responsável por levar um pouco do mundo de cá para elas. Andou no fio da navalha. O único medo que sentiu foi o de ser cortada pela navalha. Mas conseguiu sair fisicamente intacta, mas emocionalmente abalada.
Ainda não consegue passar um dia se quer sem lembrar do rosto de todas que a olharam com curiosidade. Ainda não consegue esquecer das lágrimas que elas derrubaram em sua frente. A menina nunca mais conseguirá ser a mesma menina que era antes de embarcar naquele "navio". Mas segue com a convicção de que escolheu o caminho certo.
A menina queria navegar por mares nunca antes navegados. Aquele era o momento de embarcar em suas curiosidades e encarar o mundo de lá. Entrou em contato com o órgão responsável, depois entraram em contato com ela. Marcou a primeira visita. Ficou uns dias a mais em sua cidade natal.
O dia chegou...Embarcou no "navio"...Desembarcou dele...Encontrou-se em frente àqueles portões. Portões que impediam muitas meninas de saírem. Tomou coragem e entrou. Visitou quase todas as instalações, foi apresentada a muitos funcionários. Conheceu um pouco da rotina do local. Olhou as meninas nos olhos e viu sofrimento e o sonho de voltar a liberdade.
Liberdade que ela tinha e nem sempre dera o devido valor. Visitou aquele lugar mês após mês. Conheceu a história de 6 meninas de lá em detalhes, mas, lógico, de acordo com o recorte que elas fizeram de suas próprias histórias. Fez inúmeras perguntas e respondeu a várias. Criou laços com elas. Sentiu-se responsável por levar um pouco do mundo de cá para elas. Andou no fio da navalha. O único medo que sentiu foi o de ser cortada pela navalha. Mas conseguiu sair fisicamente intacta, mas emocionalmente abalada.
Ainda não consegue passar um dia se quer sem lembrar do rosto de todas que a olharam com curiosidade. Ainda não consegue esquecer das lágrimas que elas derrubaram em sua frente. A menina nunca mais conseguirá ser a mesma menina que era antes de embarcar naquele "navio". Mas segue com a convicção de que escolheu o caminho certo.
<< Página inicial